Branding Interno e Onboarding: use Brindes Personalizados para reter talentos
Transforme símbolos em uma cultura interna forte e eficiente!
Branding interno, cultura e onboarding não são meros “detalhes de RH”, são alavancas diretas de retenção, produtividade e resultados, especialmente em um ano desafiador e atípico como o de 2026.
Com muitos feriados em dias úteis, Copa do Mundo e eleições, este ano conta com um número reduzido de dias produtivos e exige que as empresas façam mais em menos tempo. Em um cenário assim, não há espaço para times desalinhados, alta rotatividade e colaboradores que demoram meses para performar.
Quem não olhar para dentro e prestar atenção em pontos como cultura, engajamento e experiência do colaborador, corre o risco de chegar ao fim do ano sem entender por que não bateu as metas.
É por isso que o branding interno e o onboarding de novos colaboradores devem ser encarados como prioridades estratégicas, e não apenas atividades operacionais.
Branding interno: a marca que começa de dentro
A maior parte das empresas se preocupa com o que o cliente vê, mas ignora como os colaboradores enxergam a marca. As pessoas não trabalham por um CNPJ, mas por histórias, liderança e propósitos com os quais se conectam.
O branding interno bem feito cria fãs da marca dentro da própria equipe, pessoas que defendem a empresa, vestem a camisa e carregam com orgulho seus símbolos e histórias. E essa conexão nasce do alinhamento entre discurso e prática. Afinal, muito além dos valores na parede, as pessoas precisam viver o que a empresa prega todos os dias.
Cultura organizacional na prática (modelo de Schein)
O modelo de Edgar Schein nos ajuda a entender a fundo a cultura organizacional, dividindo-a em 3 níveis: artefatos, valores e pressupostos básicos.
- Artefatos: elementos visíveis, como ambiente físico, dress code, linguagem interna, símbolos e materiais personalizados.
- Valores e normas: missão, visão, valores e princípios que orientam decisões.
- Pressupostos básicos: crenças profundas que realmente guiam o comportamento, como “cliente sempre vem antes” ou “aqui nada nunca muda”.
É no terceiro nível, o de pressupostos básicos, que mora a cultura real. Por exemplo, se o discurso da empresa fala em “portas abertas”, mas o líder não responde nem ao bom dia, a mensagem transmitida aos colaboradores é outra.
Por isso, símbolos físicos e brindes personalizados só fazem sentido quando conectados a crenças e comportamentos coerentes.
Onboarding estratégico: muito além de apresentar regras
O onboarding precisa ser entendido como um processo estruturado de integração, que começa antes do primeiro dia e segue até a consolidação do colaborador no cargo. Ele reduz ansiedade, acelera adaptação e conecta o novo profissional à cultura e à história da empresa.
Um processo de onboarding bem estruturado segue os “4 Cs”:
- Compliance (cumprimento de normas);
- Clarify (clareza sobre expectativas e papel);
- Culture (vivência dos valores e modo de fazer);
- Connection (construção de laços e relacionamentos).
Os colaboradores que passam por um onboarding eficaz se sentem mais engajados no trabalho, pois entendem o motivo de estarem ali e o que é esperado deles. Dessa forma, o tempo para que comecem a gerar resultados é encurtado e a chance de saída precoce é reduzida.
Kits de onboarding e brindes como “cultura palpável”
Os kits de boas-vindas e os brindes personalizados transformam valores abstratos em algo tangível. Ao invés de dar um brinde por “obrigação”, avalie como cada item pode carregar um significado conectado à história e à proposta da empresa.
Por exemplo, um de nossos clientes entrega um sino personalizado aos times de vendas para comemorar cada fechamento, reforçando uma cultura de celebração de resultados.
Na própria Elo, os kits de boas-vindas incluem caderno com identidade visual, página contando a história da empresa, missão, propósito e forma de tomar decisões, além de adesivos com valores e hashtags internas. Cada colaborador recebe também uma garrafa com o próprio nome, o que reforça o sentimento de pertencimento.
Em empresas com culturas internas fortes observamos, até mesmo, os colaboradores comprando, com o próprio dinheiro, produtos com os logos da marca, como coletes e mochilas, tamanho o nível de identificação com os valores da marca. Isso demonstra que, quando a equipe se orgulha tanto da empresa, quer levar seus símbolos para a vida pessoal.
Impactos em retenção, engajamento e resultados
Onboarding bem feito e cultura forte geram impactos claros, como:
- Maior probabilidade de permanência a longo prazo, reduzindo custos de demissão, recrutamento e treinamento.
- Aceleração da produtividade, já que o colaborador entende rapidamente processos, expectativas e forma de atuar.
- Engajamento emocional, que faz com que as pessoas defendam a marca e ajam com autonomia mesmo na ausência da liderança.
No limite, cultura forte é aquela em que a empresa continua funcionando bem mesmo quando o dono ou diretor não está presente.
Em resumo, o RH precisa deixar de ser apenas operacional e assumir um papel estratégico, desenhando experiências que conectam pessoas ao propósito da empresa. Nesse contexto, kits de onboarding e brindes personalizados deixam de ser “custo” e passam a ser ferramentas para construir cultura, reforçar mensagens e criar memórias duradouras.
Os brindes personalizados ajudam a traduzir valores, história e objetivos em produtos que façam sentido para cada negócio. Ao transformar cada símbolo em um brinde com storytelling coerente, a empresa convida novos colaboradores a fazer parte de uma história maior, muito além de um novo emprego.